Tia Ana
sábado, 11 de agosto de 2018
quarta-feira, 4 de julho de 2018
O casamento da Cuca Matemática
A
Cuca é uma personagem do folclore brasileiro. Leia o poema abaixo e em seguida
responda às questões.
1. Cuca decidiu convidar os amigos para o seu casamento e
resolveu entregar 468 convites, mas esperava receber três vezes mais
convidados. Quantos convidados a Cuca espera que venham?
Resposta: ___________________________________
1.1 A Cuca chamou o Curupira, a Iara e o Saci para
junto com ela distribuírem os convites. Sabendo que, cada um ficou com a mesma
quantidade. Quantos convites ela e os amigos ficaram para distribuir?
a. Para caber no vestido a Cuca precisa estar com 95
kg. Quantos quilos a Cuca precisa perder para caber no vestido?
b. A
Cuca pediu à costureira que fizesse um véu com 2 metros de comprimento, mas a
costureira só tinha 1, 35 cm de tecido. Quanto de tecido a Cuca precisará
comprar para completar os 2 metros do seu véu?
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Notícia
Vamos ler
essa notícia.
GIRAFA COMEMORA ANIVERSÁRIO COM
ALHO-PORÓ E BANANAS
Alho-poró e bananas foram os presentes
de Edgar, uma girafa do zoológico alemão que acaba de completar 12 anos.
O animal é pai de oito filhos e cinco
deles vivem em outros zoológicos europeus. Durante a comemoração de seu
aniversário, além da comida ofertada pelos funcionários do zoo, Edgar ganhou
também a companhia de um dos seus filhotes. Maamuni tem dois anos e, segundo
funcionários, costuma brincar com o pai no jardim.
Girafas como Edgar são capazes de comer
folhas de árvores de até seis metros de altura, mas, neste caso, o bicho
precisou se inclinar para alcançar a comida oferecida pelo tratador.
Adaptado de
http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/tag/girafa/
Após a
leitura realize o que se pede:
1. Você
percebeu quantos números aparecem nesse texto? Veja se consegue descobrir os
números que pertencem a cada informação.
Idade da
girafa Edgar -
______________
Quantidade
de filhos da girafa -
____________
Tamanho
da árvore -
______________
Idade do
filhote -
_______________
2. Por que
a girafa Edgar ganhou alho-poró e bananas?
________________________________________________________________________________________________________________________________
3. Além de
comida, o que mais a girafa
Edgar ganhou de presente?
________________________________________________________________________________________________________________________________
4. Você já
foi ao zoológico? O que você viu por lá? Conte sua experiência com os animais.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
5. Que tal
procurar no dicionário o significado destas palavras?
Companhia
Inclinar
6. Como se
escreve? Junto ou separado? Você consegue organizar este trecho da notícia
sobre a girafa. Veja o texto que você acabou de ler.
GirafascomoEdgarsãocapazesdecomerfolhasdeárvoresdeatéseismetrosdealtura,mas,nestecaso,obichoprecisouseinclinarparaalcançaracomidaoferecidapelotratador.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Agora que
você organizou o trecho, diga:
Quantas
palavras você escreveu? __________
7. Observe as
palavras retiradas do texto. Indique com um X o gênero e o número dos
substantivos abaixo.
|
|
Gênero
|
Número
|
||
|
Substantivo
|
feminino
|
masculino
|
singular
|
plural
|
|
Bananas
|
|
|
|
|
|
Alemão
|
|
|
|
|
|
Filhotes
|
|
|
|
|
|
Pai
|
|
|
|
|
|
Animal
|
|
|
|
|
Lendas brasileiras
COMO APARECEM OS
BICHOS
Os Maués dizem que há muito tempo atrás
no mundo só havia pessoas e não tinha animais.
Um belo dia a tribo dos Maués planejou
fazer uma festa e até nomeou um dos índios para receber os convidados. Este
índio se chamava Hêté-nacop, ficou no meio do caminho para guiar os outros
índios. Quando chegou sua noiva. Ele lhe prometeu festão e comida à beça.
-
Olhe, disse-lhe a noiva,
estou meio adoentada e não quero festa.
Tudo mentira. O que a noiva estava
planejando era chegar ao local da festa antes do noivo para poder namorar
outros rapazes. Para isto, fez-se muito bonita: usou urucum que é semente de
planta de onde sai tinta para pintar o rosto. Quanto aos cabelos, achou um
jeito de esfregar neles frutas para ganharem brilho. E mandou-se para a festa
antes do noivo chegar. Porém o noivo foi avisado do comportamento feio da moça,
mas o índio não acreditou e afiançou que sua noiva estava doente.
Na certa quem estava lá era sua
cunhada, parecida com a noiva. O informante insistiu na declaração. Então o noivo foi depressa ao lugar do
baila e para isto transformou-se em pássaro veloz. O que encontrou ele?
Adivinharam: sua noiva numa dança alegre. O índio, furioso, transformou-se em
gente, disse aos convidados no meio do caminho: aviso que nesta festa vai haver
grande mudança no que é vivo. E foi
pedir à chuva, ao raio, ao trovão para lhe fazerem um favor. Caiu então na
floresta uma tremenda tempestade e toca o noivo a bater em todo mundo. Deu uma
boa punição a noiva e lhe puxou o narizinho
bem puxadinho. E não é que a bela índia transformou-se em tamanduá-bandeira? O
índio, que era seu parceiro na dança, também teve o nariz puxado,
transformando-se em anta com o focinho comprido. Um índio, que era muito feio,
virou morcego e saiu voando.
Uma velha tagarela virou mutum. Também
outros viraram periquito, saracura, cobras e lagartas. Sabem como nasceu o
jacaré? Nasceu de um índio que abriu uma boca cheia de dentes. Os convidados,
em vez de gente, eram um macaco preguiça, a onça, o urubu, o macuco, e nem sei mais quem. Sem falar que uma
índia tornou-se capivara, outra gafanhoto, outros sapos, borboletas e grilos. Uma velha que estava ralando guaraná,
quando viu a coisa ficar feia, fugiu com a cuia e pedra de ralar e o guaraná.
Mas não houve apelação: a cuia lascou-se e virou casco de jabuti, enquanto o
guaraná passou a ser o seu coração. E esta é a origem dos bichos do mar e da
terra, acreditem ou não.
Lenda adaptada do
livro "Como nasceram as estrelas - doze lendas
brasileiras" Clarice Lispector. Editora Nova Fronteira.
De acordo com o texto, responda as questões abaixo:
1. Por que a noiva de Hêté-nacop disse-lhe que
estava doente no dia da grande festa?
2. Por que Hêté-nacop decidiu provocar “grande
mudança em quem é vivo”?
3. O índio submeteu as pessoas da festa a grandes
transformações. Que transformações você achou mais interessante?
4. É possível definir, com exatidão, quando teria
acontecido a história narrada? Justifique.
5 Observe que na lenda foram destacados alguns
substantivos. Escreva-os abaixo destacando- os quanto ao gênero, número e grau.
Feminino=
Masculino=
Plural=
Singular=
Aumentativo=
Diminutivo=
5. Supondo que na festa foram convidados 546 índios
e 487 índias. Quantas pessoas no total tinha na festa?
6. Do total de indígenas da festa 368 foram
transformados em animais de quatro patas. Quantas patas ao todo tinham os quadrúpedes?
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
domingo, 28 de junho de 2015
Interpretação de Texto Causo
Texto: Causo
O defunto
vivo
Em alguns arraiais do interior
mineiro, quando morria alguém, costumavam buscar o caixão na cidade vizinha, de
caminhão. Certa feita, vinha pela estrada um caminhão com sua lúgubre
encomenda, quando alguém fez sinal, pedindo carona. O motorista parou.
- Se você não se incomodar de ir na
carroceria, junto ao caixão, pode subir.
O homem disse que não tinha
importância, que estava com pressa. Agradeceu e subiu. E a
viagem prosseguiu.
Nisto começa a chover. O homem, não
tendo onde se esconder da chuva, vendo o caixão vazio, achou melhor deitar-se
dentro dele, fechando a tampa, para melhor abrigar-se. Com o balanço da viagem,
logo pegou no sono.
Mais na frente, outra pessoa
pediu carona. O motorista falou:
O segundo homem subiu no caminhão.
Embora achasse desagradável viajar com um defunto num caixão, era melhor que ir
a pé para o povoado.
De tempos em tempos, novos
caronas subiam na carroceria, sentavam-se respeitosos em silêncio, em volta do
caixão, enquanto seguiam viagem.
Avizinhando-se o arraial, ao passar
num buraco da estrada, um tremendo solavanco sacode o caixão e desperta o
dorminhoco que se escondera da chuva dentro dele.
Levantando devagarinho a tampa do
caixão e pondo a palma da mão para fora, fala em voz alta:
- Será que já passou a chuva?
Foi um corre-corre enorme. Não
ficou um em cima do caminhão. Dizem que tem gente correndo até hoje.
(Weitzel, Antônio
Henrique. Folclore literário e linguístico. Juiz de Fora, MG.
EDUFJF, 1995)
Após ler este causo, e tendo em mente
a estrutura e os elementos da narrativa, responda:
1. O narrador
participa ou não da história? Justifique sua resposta com um trecho do texto.
2. Em “Se você não se importa de
viajar com o outro que está lá em cima, pode subir”:
a)
Quem é o outro a quem o motorista se refere?
b)
E como entenderam as demais pessoas?
3.
Onde se passa a história?
4.
Identifique no texto:
Situação
inicial
Conflito
Clímax
Desfecho
5.
Houve uma interpretação equivocada da fala do motorista e das pessoas que
pediram carona? Que efeito esse fato traz para a história?
6. Aprendemos que CAUSOS são histórias contadas, representando
fatos verídicos ou não, podem ser engraçadas, fantásticas ou com um toque de sobrenatural, passadas de
geração em geração e fazem parte do folclore brasileiro. Agora é com
você escreva um causo, faça uma narrativa de um causo:
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
sábado, 13 de junho de 2015
Lembrancinhas diversas!!!
Dia da Água
Dia da Vovó
Dia dos Pais
Dia das Crianças
Dia do Estudante
Formatura
Arte da Amiga Flor Saimon
Dia das Mães!!!
Reciclar é preciso!!!
Materiais: - Pote de Margarina 500g
- Palitos de Picolé
- CD's velhos
- Flores
- Tinta e criatividade
Arte Flor Saimon
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Adorei o método... Vamos incentivar a leitura!
O que é Leitura Deleite?
É ler pelo simples prazer de ler!
Sem objetivos didático-pedagógicos, sem a "obrigação" de trabalhar em aula sobre o que foi lido...
Quando fazê-la? Diariamente!
A inserção do momento da Leitura Deleite na sala de aula permite ao aluno entender que em nossa vida lemos com várias finalidades (seguir instruções, obter uma informação precisa, revisar escrito próprio, aprender, etc.) e uma delas é a leitura só por prazer, para nos divertimos e distrairmos;
Contribui para o alcance de um dos objetivos atitudinais: a formação de leitores, pois desperta o gosto pela leitura;
- A leitura deleite pode se tornar um entretenimento saudável que ensina, informa e forma crianças e jovens, de uma forma motivante e alegre.
- Estimula a imaginação e a curiosidade;
- Faz as crianças terem acesso a vários textos (e vários gêneros), conhecerem vários autores e estilos de escrita;
- À medida que a prática da leitura se sedimenta e se torna um prazer, que o leitor aprende a desfrutar, formulam-se juízos de valor sobre os significados apreendidos, sobre a validade e adequação das ideias, comparando-as com experiências e leituras anteriores.
Fonte:www.alfabetizacaotempocerto.comunidades.net/
Indicadíssimo!!! Ótimo site, vale apena conferir! Ele nos oferece também alguns livros com histórias legais para nossos alunos para download.
Estou de Volta!!!
Estive afastada por um tempo, mas estou de volta...
Trazendo novidades, curiosidades e coisas interessantes que trazem para nossa sala de aula... Alegria e Prazer... Em Aprender e Ensinar!
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Dia do Amigo!
O QUE É SER AMIGO
Como será que podemos definir o que é ser amigo.
Mas, amigo, na verdadeira acepção da palavra, ou seja aquele que poderemos considerar como alguém que nos dedica um sentimento de carinho que extrapola qualquer outro sentimento.
Bem, certamente um amigo de verdade não será capaz de solucionar todos os problemas que tivermos, não poderá eliminar todas nossas dúvidas ou incertezas.
Mas certamente será capaz de nos ouvir em nossos desabafos, ajudando-nos a pelo menos pensar em soluções, se as houverem. E a amizade só será completa, se houver reciprocidade de nossa parte quando a situação for inversa.
Um amigo não poderá mudar nosso passado, consertando nossos erros, nem acabar com nossos sofrimentos e dores, mas será capaz nos ajudar entender onde foi que erramos, para que mesmos enganos não sejam reprisados. E isso é muito importante, pois nem sempre somos capazes de descobrir porque algo não deu certo. Um amigo o fará, basta que saibamos escuta-lo, e que saibamos corresponder quando for nossa vez de ouvir.
Certamente não será amigo de verdade se nada falar para nos apontar um caminho errado que estamos trilhando. Embora possa nos desagradar, saberá indicar o que nos poderá acontecer de mal, se insistirmos nesse rumo. E deveremos saber discernir sobre seus caminhos também.
Reciprocidade sempre é exigível para a sobrevivência de uma amizade.
Nem sempre ele poderá evitar um tropeço nosso, mas poderá nos amparar quando nos ver caindo, amenizando o impacto da queda. Poderá nos estender a mão para nos ajudar depois, ao invés de simplesmente balançar a cabeça, como que dizendo: “eu te avisei...” Nem sempre sabemos ouvir a voz da razão, e preferimos seguir nosso impulso. E quando for a nossa vez, é lícito que ele espere a mesma atitude de nossa parte.
Um amigo pode não ser o responsável direto nossos êxitos, por nossa felicidade, mas saberá dela compartilhar, regozijando-se com nossa alegria, da mesma maneira que iremos participar de suas vitórias, de sua felicidade.
Não poderá, certamente, tomar decisões por nós. Contudo, poderá emitir sua opinião, poderá nos orientar em nossas dúvidas. Da mesma maneira deveremos proceder, quando a situação for inversa.
Com base na reciprocidade de nossa amizade, estaremos seguros de poder contar sempre com seu apoio e encorajamento, como certamente ele contará com nossa sustentação, se preciso for.
Com base na sinceridade do sentimento, mesmo que não possamos determinar nossos limites, de uma maneira total e completa, poderemos sempre dar-nos espaço mutuamente, possibilitando um crescimento. Permitindo nossa individualidade. Assim se vive com amizade, numa sociedade. Sem tolher movimentos. Sem interferir diretamente. Mas dando sinais de erros ou acertos.
Certamente por mais forte e sincera que seja uma amizade, certas dores não poderão ser evitadas. Nosso coração sempre estará sujeito a certos golpes inevitáveis. Simplesmente um amigo leal poderá, quando muito, nos ajudar a recolher os fragmentos, colocando-os no lugar.
E assim deveremos agir, se for o seu coração que estiver despedaçado. E se for o caso, choraremos juntos. Sempre é melhor contar com um ombro amigo nessa situação.
E essa amizade poderá ser encontrada em um pai, em um filho, em um irmão, num conjugue, ou mesmo em quem, embora não seja da familia, será ainda melhor do que se o fosse, por ser uma amizade sincera.
Amizade apenas exige sinceridade e reciprocidade e, claro, seriedade.
Não interessa muito saber quem e o que somos, basta que possamos nos abraçar, em nome de nossa amizade, e saber que poderemos sempre contar com essa amizade como um bálsamo que nos ajudará a aliviar certas dores, mas que também poderá festejar conosco nossa alegria.
Agora, com a certeza de nossa amizade, esquecendo quaisquer mágoas passadas, presentes ou futuras, vamos imaginar um circulo, dando-nos as mãos, e vamos viver mais UM LINDO DIA.
Marcial Salaverry
Lindo texto.
20 de julho dia Internacional do amigo!
... Com o tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos...
Trecho retirado:
O Menestrel - William Shakespeare
Assinar:
Postagens (Atom)














































.jpg)


.jpg)
.jpg)


.jpg)