"Grandes trabalhos não são realizados com força, mas, perseverança".

(Samuel Johnson)




sábado, 11 de julho de 2020

Ditado mudo: Sons do X e CH



Uma animação em vídeo para realizar
um ditado mudo on-line.
Para aulas remotas ou presenciais.

Descubra
novas palavras a partir das sílabas
que foram dadas.

Sons do X e CH 😍

Encontro Vocálico



Compreenda o conceito de Encontro Vocálico
e sua classificação.

Divisão Silábica



Confira uma breve explicação sobre 
Divisão Silábica.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Ecossistema e Cadeia Alimentar



Compreenda os componentes de um ecossistema e
como funciona a cadeia alimentar.

Clima e Tempo atmosférico



Compreenda a  diferença entre Clima e

 Tempo atmosférico 

de maneira divertida! 

terça-feira, 24 de março de 2020

Matemática Divertida




Adedonha das Classes Gramaticais


Mais conhecida como adedonha, essa brincadeira é de fácil entendimento e garante a alegria de todos, sendo um ótimo entretenimento para as crianças.
Adaptei o jogo para o ambiente escolar. 
Por que não aprender, brincando?
Utilizando a ficha acima, ou criando a sua própria ficha manualmente, junte-se com dois ou mais colegas e inicie a brincadeira.
Todos dizem "adedonha" e colocam o número de dedos que quiserem à mostra. Depois, contam os dedos como se cada um deles fosse uma letra do alfabeto.
O objetivo é preencher todas as categorias com a letra sorteada primeiro que os colegas. Quem terminar primeiro deve dizer: “stop”, então todos devem parar de escrever e contar os pontos. 

A pontuação para cada acerto é de 10 pontos, em caso de palavras repetidas entre dois ou mais jogadores conta-se 5 pontos. Porém quem acertar sozinho uma categoria ganha 20 pontos. Terminada a contagem por categoria, somam-se os pontos e registram-se os mesmos na coluna escrita “TOTAL”, após pelo menos umas 5 rodadas, somam-se todos os pontos e declara-se quem é o vencedor.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Desabafo sobre o COVID-19

Há algum tempo não escrevo em meu Blog, talvez por falta de tempo,  a famosa falta de tempo... Hoje o que mais temos é "TEMPO", e na realidade não sabemos o que fazer com ele.
Estive pensando muito durante esses dias, e percebo que Deus quer nos mostrar algo, apesar de que, Ele não foi quem criou esse caos, e sim os homens, e agora estão pagando um preço alto.
Pessoas confinadas em suas próprias casas, para o bem de todos, exatamente assim, confinadas, esperançosas e ansiosas também.
Na realidade não sabemos o que fazer, mas somos orientados a todo tempo: fiquem em casa, lavem as mãos, cuidem da saúde. Coisas tão simples, não é? 
E que agora são muito importantes!
Não quero entrar em pânico, tento me acalmar a todo instante, tento elevar meus pensamentos a Deus, não em pedir, mas em agradecer por sua misericórdia, pois Ele mesmo, não tendo nada a ver com tudo isso, Ele está cuidando de tudo, é lindo o infinito amor de Deus conosco, mesmo não merecendo sua infinita Graça, Ele não desiste de nós.
Às vezes as coisas acontecem, justamente por isso, para sabermos que somos pequenos e precisamos de Deus, para sabermos que somos como criança que precisa da proteção de um pai.
Hoje vejo pessoas que antes não paravam em casa, desfrutando um pouco do aconchego do seus lares.
Podem ter certeza, sairemos diferentes dessa pandemia, sairemos com algum aprendizado, muitos infelizmente, não estão sabendo lidar com o isolamento, e estão entrando em paranoia.
Neste momento te falo, todos entraram em paranoia, mas existe uma escolha:
Ou você escolhe ser feliz e ver o lado bom de tudo, ou você se martiliza e sofre até não aguentar mais.
Estar com o emocional doente, é mais perigoso do que o coronavírus. Então cuide do seu interior, limpe-se de tudo que tira sua paz, pense coisas boas, "alimente-se da palavra de Deus e todos os seus medos morrerão de fome."

Juntos somos mais fortes!


E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.

2 Crônicas 7:14


quarta-feira, 4 de julho de 2018

Língua Portuguesa

Fábula - 3º Ano Fundamental




Alimentos Naturais e Industrializados


Ciências Naturais
3º Ano Fundamental






O casamento da Cuca Matemática



A Cuca é uma personagem do folclore brasileiro. Leia o poema abaixo e em seguida responda às questões.



1. Cuca decidiu convidar os amigos para o seu casamento e resolveu entregar 468 convites, mas esperava receber três vezes mais convidados. Quantos convidados a Cuca espera que venham?



Resposta: ___________________________________

1.1 A Cuca chamou o Curupira, a Iara e o Saci para junto com ela distribuírem os convites. Sabendo que, cada um ficou com a mesma quantidade. Quantos convites ela e os amigos ficaram para distribuir?



Resposta: ___________________________________



2. A Cuca foi à costureira que está fazendo seu vestido de noiva e ficou muito triste, pois está acima do peso. Veja o peso da Cuca.



a. Para caber no vestido a Cuca precisa estar com 95 kg. Quantos quilos a Cuca precisa perder para caber no vestido?






b. A Cuca pediu à costureira que fizesse um véu com 2 metros de comprimento, mas a costureira só tinha 1, 35 cm de tecido. Quanto de tecido a Cuca precisará comprar para completar os 2 metros do seu véu?






segunda-feira, 3 de julho de 2017

Notícia

Vamos ler essa notícia.

GIRAFA COMEMORA ANIVERSÁRIO COM ALHO-PORÓ E BANANAS

         Alho-poró e bananas foram os presentes de Edgar, uma girafa do zoológico alemão que acaba de completar 12 anos.
         O animal é pai de oito filhos e cinco deles vivem em outros zoológicos europeus. Durante a comemoração de seu aniversário, além da comida ofertada pelos funcionários do zoo, Edgar ganhou também a companhia de um dos seus filhotes. Maamuni tem dois anos e, segundo funcionários, costuma brincar com o pai no jardim.
         Girafas como Edgar são capazes de comer folhas de árvores de até seis metros de altura, mas, neste caso, o bicho precisou se inclinar para alcançar a comida oferecida pelo tratador.
Adaptado de http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/tag/girafa/


Após a leitura realize o que se pede:

1. Você percebeu quantos números aparecem nesse texto? Veja se consegue descobrir os números que pertencem a cada informação.

Idade da girafa Edgar - ______________
Quantidade de filhos da girafa - ____________
Tamanho da árvore - ______________
Idade do filhote - _______________


2. Por que a girafa Edgar ganhou alho-poró e bananas?
________________________________________________________________________________________________________________________________

3. Além de comida, o que mais a girafa Edgar ganhou de presente?
________________________________________________________________________________________________________________________________

4. Você já foi ao zoológico? O que você viu por lá? Conte sua experiência com os animais.
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5. Que tal procurar no dicionário o significado destas palavras?

Companhia 

Inclinar

6. Como se escreve? Junto ou separado? Você consegue organizar este trecho da notícia sobre a girafa. Veja o texto que você acabou de ler.

GirafascomoEdgarsãocapazesdecomerfolhasdeárvoresdeatéseismetrosdealtura,mas,nestecaso,obichoprecisouseinclinarparaalcançaracomidaoferecidapelotratador.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Agora que você organizou o trecho, diga:
Quantas palavras você escreveu? __________

7. Observe as palavras retiradas do texto. Indique com um X o gênero e o número dos substantivos abaixo.


Gênero
Número
Substantivo
feminino
masculino
singular
plural
Bananas





Alemão





Filhotes





Pai





Animal








Lendas brasileiras

COMO APARECEM OS BICHOS

         Os Maués dizem que há muito tempo atrás no mundo só havia pessoas e não tinha animais.
         Um belo dia a tribo dos Maués planejou fazer uma festa e até nomeou um dos índios para receber os convidados. Este índio se chamava Hêté-nacop, ficou no meio do caminho para guiar os outros índios. Quando chegou sua noiva. Ele lhe prometeu festão e comida à beça.
- Olhe, disse-lhe a noiva, estou meio adoentada e não quero festa.
         Tudo mentira. O que a noiva estava planejando era chegar ao local da festa antes do noivo para poder namorar outros rapazes. Para isto, fez-se muito bonita: usou urucum que é semente de planta de onde sai tinta para pintar o rosto. Quanto aos cabelos, achou um jeito de esfregar neles frutas para ganharem brilho. E mandou-se para a festa antes do noivo chegar. Porém o noivo foi avisado do comportamento feio da moça, mas o índio não acreditou e afiançou que sua noiva estava doente.
         Na certa quem estava lá era sua cunhada, parecida com a noiva. O informante insistiu na declaração. Então o noivo foi depressa ao lugar do baila e para isto transformou-se em pássaro veloz. O que encontrou ele? Adivinharam: sua noiva numa dança alegre. O índio, furioso, transformou-se em gente, disse aos convidados no meio do caminho: aviso que nesta festa vai haver grande mudança no que é vivo.        E foi pedir à chuva, ao raio, ao trovão para lhe fazerem um favor. Caiu então na floresta uma tremenda tempestade e toca o noivo a bater em todo mundo. Deu uma boa punição a noiva e lhe puxou o narizinho bem puxadinho. E não é que a bela índia transformou-se em tamanduá-bandeira? O índio, que era seu parceiro na dança, também teve o nariz puxado, transformando-se em anta com o focinho comprido. Um índio, que era muito feio, virou morcego e saiu voando.
         Uma velha tagarela virou mutum. Também outros viraram periquito, saracura, cobras e lagartas. Sabem como nasceu o jacaré? Nasceu de um índio que abriu uma boca cheia de dentes. Os convidados, em vez de gente, eram um macaco preguiça, a onça, o urubu, o macuco, e nem sei mais quem. Sem falar que uma índia tornou-se capivara, outra gafanhoto, outros sapos, borboletas e grilos. Uma velha que estava ralando guaraná, quando viu a coisa ficar feia, fugiu com a cuia e pedra de ralar e o guaraná. Mas não houve apelação: a cuia lascou-se e virou casco de jabuti, enquanto o guaraná passou a ser o seu coração. E esta é a origem dos bichos do mar e da terra, acreditem ou não.

Lenda adaptada do livro "Como nasceram as estrelas -  doze lendas brasileiras"  Clarice Lispector.  Editora Nova Fronteira.


De acordo com o texto, responda as questões abaixo:

1. Por que a noiva de Hêté-nacop disse-lhe que estava doente no dia da grande festa? 

2. Por que Hêté-nacop decidiu provocar “grande mudança em quem é vivo”? 

3. O índio submeteu as pessoas da festa a grandes transformações. Que transformações você achou mais interessante?

4. É possível definir, com exatidão, quando teria acontecido a história narrada? Justifique. 
5      Observe que na lenda foram destacados alguns substantivos. Escreva-os abaixo destacando- os quanto ao gênero, número e grau.

Feminino=
Masculino=

Plural=
Singular=

Aumentativo=
Diminutivo=

5. Supondo que na festa foram convidados 546 índios e 487 índias. Quantas pessoas no total tinha na festa? 

6. Do total de indígenas da festa 368 foram transformados em animais de quatro patas. Quantas patas ao todo tinham os quadrúpedes? 

domingo, 28 de junho de 2015

Interpretação de Texto Causo

Texto: Causo
O defunto vivo

Em alguns arraiais do interior mineiro, quando morria alguém, costumavam buscar o caixão na cidade vizinha, de caminhão. Certa feita, vinha pela estrada um caminhão com sua lúgubre encomenda, quando alguém fez sinal, pedindo carona. O motorista parou.
- Se você não se incomodar de ir na carroceria, junto ao caixão, pode subir.
O homem disse que não tinha importância, que estava com pressa. Agradeceu e subiu. E a viagem prosseguiu.
Nisto começa a chover. O homem, não tendo onde se esconder da chuva, vendo o caixão vazio, achou melhor deitar-se dentro dele, fechando a tampa, para melhor abrigar-se. Com o balanço da viagem, logo pegou no sono.
Mais na frente, outra pessoa pediu carona. O motorista falou:
- Se você não se importa de viajar com o outro que está lá em cima, pode subir.
O segundo homem subiu no caminhão. Embora achasse desagradável viajar com um defunto num caixão, era melhor que ir a pé para o povoado.
De tempos em tempos, novos caronas subiam na carroceria, sentavam-se respeitosos em silêncio, em volta do caixão, enquanto seguiam viagem.
Avizinhando-se o arraial, ao passar num buraco da estrada, um tremendo solavanco sacode o caixão e desperta o dorminhoco que se escondera da chuva dentro dele.
Levantando devagarinho a tampa do caixão e pondo a palma da mão para fora, fala em voz alta:
- Será que já passou a chuva?
Foi um corre-corre enorme. Não ficou um em cima do caminhão. Dizem que tem gente correndo até hoje.
         (Weitzel, Antônio Henrique. Folclore literário e linguístico. Juiz de Fora, MG. EDUFJF, 1995)

Após ler este causo, e tendo em mente a estrutura e os elementos da narrativa, responda:

1.   O narrador participa ou não da história? Justifique sua resposta com um trecho do texto.

2. Em “Se você não se importa de viajar com o outro que está lá em cima, pode subir”:

a) Quem é o outro a quem o motorista se refere?

b) E como entenderam as demais pessoas?

3. Onde se passa a história?


4. Identifique no texto:

Situação inicial


Conflito


Clímax


Desfecho


5. Houve uma interpretação equivocada da fala do motorista e das pessoas que pediram carona? Que efeito esse fato traz para a história?



6. Aprendemos que CAUSOS são histórias contadas, representando fatos verídicos ou não, podem ser engraçadas, fantásticas ou com um toque de sobrenatural, passadas de geração em geração e  fazem parte do folclore brasileiro. Agora é com você escreva um causo, faça uma narrativa de um causo:
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sábado, 13 de junho de 2015